Todos os posts de Cristina Bottallo

CrisCast #23 – Sempre cabe mais um…

Você também é daquelas pessoas que não sabe dizer não para um compromisso a mais que aparece?
Bem, eu sou assim… reconheço.

E mesmo quando me programo para fazer tudo com calma, e sobra um tempinho, o que acabo fazendo ee arranjar mais um compromisso.

Sobre isso falo no meu CrisCast de hoje:

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-23-sempre-da-para-fazer-mais-um

E por conta dessa decisão, de correr para fazer mais uma serigrafia, fiz umas fotinhos do meu ateliê “em ação”:

Quando terminar mostro a gravura pronta aqui. 😀


Ops! Hoje não deu! – CrisCast #22

Pois é, CrisCast #22 dessa semana era para ter sido postado ontem.
Não foi.
Era para gravar hoje.
Não deu.
E deu o que deu abaixo…

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-22-hoje-nao-deu?utm_source=soundcloud&utm_campaign=share&utm_medium=facebook

Tô meio assim, fora de foco esses dias…
Mas logo me arrumo. 😀

E boa semana a todos!


Pintura Envelhecida

E amanhã tem vídeo novo de Pintura Bauernmalerei no canal, técnica de envelhecimento, coisa boa.

Toda terça, às 8h tem vídeo novo no mue youtube/user/cristinabottallo

https://www.youtube.com/playlist?list=PLpSWI3_X0z5PeKau_A9au84fty7cU8ny6


CrisCast #21 – O Artesanato

Ah, como sofre o artesanato e o artesão… Eu, como artesã por escolha e vocação, tenho vivido essa dura realidade há bastante tempo. E sobre isso falo em meu CrisCast de hoje. Ouça no link abaixo:

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-21-artesanato-sempre-uma-batalha-por-seu-espaco

Eu sempre gostei de trabalhos manuais, e fazer artesanato era algo mais presente na minha infância e adolescência, do que talvez seja hoje em dia…
Nos anos 70 ainda estávamos no meio da “onda hippie”, as feiras de artesanato em praças era muitas, havia um certo apreço pelo que era feito manualmente. Mas ainda assim havia também uma ideia de que o que era feito manualmente tinha menos valor, e artesanato tinha que ser sinônimo de coisas baratas. Uma pena.


Os fascículos dessa coleção “Boa Ideia”, que acabei comprando assim, encadernados, ano passado.

Lembro que ainda bem menina eu pedia para mim mãe comprar nas bancas de jornais os fascículos de uma coleção de trabalhos manuais e artesanato, não tenho certeza se eram semanais ou quinzenais, mas o fato é que a cada no fascículo vinham novas ideias de trabalhos, e eu tentei fazer boa parte deles.


E mais dos fasículos

Minha mãe, por sorte, me ajudava e estimulava, e acabei me inscrevendo em alguns cursos de pintura em porcelana, incialmente, depois em cerâmica. Fiz de tudo um pouco, e algumas vezes a impaciência da juventude me impediam de finalizar um ou outro trabalho.

Mas fui seguindo assim, até que me decidi por estudar artes, entrei numa faculdade de Educação Artística, aquela que seria a mais próxima desse universo de “fazer com mãos”. E meu primeiro trabalho foi vender quadrinhos feitos com flores prensadas na Feira de Artesanato da minha cidade, Santo André, aos sábados pelas manhãs. Por dois anos, já casada e com o meu filho Rafael, fazia e vendia os quadrinhos nessa feira, com a ajuda do meu marido Sérgio, na época professor e estudante de Física, que fazia as molduras para mim.
Era sacrificado, mas valeu. Um bom começo nessa minha longa trajetória pelo universo do artesanato e das artes…