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CrisCast #18 – A onda “Vintage” resgatando técnicas manuais

Essa semana falei sobre a onda “vintage” e o resgate de algumas técnicas de trabalhos manuais que estavam esquecidas, lá no passado, e que voltaram com tudo.
Ouça no CrisCast #18 clicando no link abaixo:

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-18-a-onde-vintage-e-o-resgate-de-tecnicas-manuais


Algumas das revistas de trabalhos manuais de 30 anos atrás, da minha coleção.

Pois é, é saudoso rever essas revistas e relembrar de meu tempo de menina, quando o interesse por artesanato e trabalhos manuais surgiu para mim.
Arte em Casa, Faça Fácil, fascículos de Artesanato. Depois a Fácil Fácil, o Ateliê Manequim, a Mãos de Ouro, o Suplemento Feminino do jornal O Estado de São Paulo… Quem se lembra?

Foram tantas e tão bacanas as revistas que fizeram parte da minha história, em, felizmente guardei parte dela, e hoje são uma excelente companhia em meu ateliê.


Pedras pintadas, uma das minhas preferidas…

Muitas dessas técnicas eu estou revendo e revisitando, e tenho gravado vídeos com elas para meu canal Cores da Cris. Aliás, meu maior objetivo com o canal é justamente resgatar e registrar todas as técnicas que mais gostei de fazer nesses 30 e tantos anos de trabalhos manuais, como profissional. 😀


Gnomo feito em resina e envelhecido

Esse é um trabalho especial, gnomos e duendes em resina, feitos com moldes de silicone.
Ainda não gravei essa técnica, mas nesse novo pacote de vídeos que irei gravar em breve, seu lugar é garantido!


Tear manual, revisitado como tear contemporâneo

Fazer tear contemporâneo é a maneira que encontrei para trabalhar com lãs, fios e linhas, já que não tenho tantas habilidades com esses materiais.
Mas quem nunca fez macramê, não é mesmo? As lãs e linhas são muito “queridas”, e trabalhos vintage com elas e estão com tudo!

O vintage é aquilo que antigo e virou um clássico, pelo seu caráter artístico e qualidade.
E é justamente buscando resgatar técnicas assim que estou fazendo minhas pesquisas para as novas gravações que vou retomar em julho.
Coisa boa!


CrisCast #17 – Desmistificando o Pensamento Positivo

Hoje é quarta, quarta é dia de Podcast no meu canal, o CrisCast.
Podcast é como uma postagem de rádio, uma gravação que compartilho na minha página no SoundCloud. Para ouvir, é só clicar no link abaixo:

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-17-pensamento-positivo-ou-forca-que-vem-da-cabeca

Quantas vezes a gente escuta a máxima “acredite e você vai conseguir”, ou “pense positivo”?

Bem, nada contra ser otimista, naturalmente…
Mas algumas frases “lugar comum” da auto ajuda não querem dizer muita coisa. Eu pelo menos penso assim.
E é sobre isso que falo em meu CrisCast de hoje.

O que acho que funciona mesmo é a gente colocar nossa cabeça para funcionar, a nosso favor.

E como fazer isso?
Bem, eu falo mais no link acima, mas é basicamente um jogo de motivação.
Se nossas cabeças estão motivadas, elas vão nos ajudar a chegar lá, exatamente como a gente quer. O pensamento positivo é então, não uma “força mágica e energética”, ou algo externo. É apenas a gente jogando com a gente mesmo, um jogo de auto-estímulo.

E por falar em jogo, trouxe para ilustrar esse post imagens do meu Livro e Artista “Quebra-cabeça”, uma brincadeira com imagnes, formas e cores, que surgiu a partir da minha serigrafia “Elmo”, uma das primeiras que fiz, lá nos anos 80…

Revisitei essa gravura ano passado, e dessa última produção surgiram dois trabalhos diferentes, o livro de artista, com 3 exemplares em formato sanfona, que vêm dentro de uma caixa e o cartaz “Cabeça”, em duas opções de cores.


Uma semana depois…

Uma semana depois da maratona, primeiro domingo depois da prova, estou de volta ao Parque Ibirapuera, meu fiel companheiro de treinos. Mas, dessa vez, com minha bicicleta.

Ainda estou na semana de descanso, mas vontade até que não falta, confesso que foi duro voltar para o parque sem correr. Mas estou determinada a seguir as orientações do me treinador e me poupar, para evitar desgastes desnecessários. Vamos ver o que vem por aí…

Quando a gente faz um esforço assim, acima do normal, nosso corpo fica cheio de micro-lesões musculares. E é preciso um tempo para o organismo se recuperar, por isso é recomendando esse tempo de descanso.
Eu fique exatos 5 dias sem fazer nenhuma atividade física, o que pode parecer nada demais, e até meio bobo dizer, mas para quem está habituada a fazer exercícios físicos diariamente, há anos, ficar cinco dias parada é duro,
acredite!

Parece que o corpo da gente sente falta… E acho que sente mesmo, afinal, isso é resultado do condicionamento: estou condicionada a fazer atividades diárias.

A partir de amanhã voltarei a fazer academia e minhas práticas de yôga, e na semana seguinte, espero, volto a correr.
Ops, corrigindo… ontem recebi minha planilha de treinos para essa semana, e vou começar a correr amanhã, dia 20/06, 45 minutos na grama. Oba!

E para não perder o pique – ou não deixar a bola cair – como falei no meu CrisCast essa semana, já tenho novo objetivo: no final de julho quero fazer novamente a Meira Maratona (corrida de 21 km) que passa pelo Centro de São Paulo, Av. Paulista, Parque Ibirapuera e termina no centro de São Paulo.
Fiz essa corrida ano passado, e foi muito legal!

Já estou inscrita, e os treinos do próximo período serão para me recuperar da maratona e fazer muito bem a meia. 😀

Se você não ouviu meu CrisCast dessa semana ainda, ouça no link abaixo.

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-16-para-nao-deixar-a-peteca-cair


A produção dos Zines continua…

Agora faltam poucas aulas para encerrarmos o curso da Escola Miolo(s), e mais trabalhos foram finalizados.

Acima, os “Star Books”, um formato de livro bem interessante, com pouca colagem e um formato diferente, uma estrela.

Para essa encadernação fizemos a impressão em serigrafia.

Bem, na verdade eu não fiz. Justo nessa aula, de uma técnica que faço tanto, e tanto gosto, eu não pude ir.
Estava me recuperando dos treinos mais longos para a maratona, e achei melhor descansar.
Mas eu fiz a encadernação na aula seguinte, com os papéis sem impressão, e vou fazer novas experiências em breve, com impressões que irei fazer.
Em serigrafia, claro…

Já para o “Flag Book” nós usamos as impressões com carimbo, e essas eu havia feito.

Aliás, de todas as técnicas de impressão que fiz no curso, acho que essa foi a que mais me inspirou.
Eu já havia trabalhado com carimbos antes, mas acho que não sabia a dimensão das possibilidades desse material, e quando trabalhei com eles em meu ateliê e no meu ateliê na roça, me encantei.

Certamente irei fazer uma das minhas publicações com carimbos.
Resta pensar em qual será o tema, e como será a encadernação. Esse modelo, o Flag Book é bem interessante.
Ele tem colagem, mas é pouca, por isso acabamento do zine fica bem legal.
Vamos ver o que virá por aí… 🙂


O meu flag book pronto

E acima, uma brincadeira com os papéis e encadernações no final da aula.