Todos os posts de Cristina Bottallo

Meu trabalho preferido em maio

Olá, amigas (os)…

Mais um sábado, dia de parque… hoje pelo menos parece que a chuva deu uma trégua.
Andei pensando muito nas novidades que pretendo colocar aqui, e digo a vocês, já estou trabalhando nisso. Apenas preciso de mais um tempo para organizar tudo. Por enquanto, volto às minhas reedições… E hoje eu vou postar meu trabalho preferido em maio passado.

O meu trabalho preferido em maio do ano passado na verdade não foi de um post, mas de uma exposição que montei na ocasião, a exposição Relicários de Frida Kahlo, que ficou nas estações do metrô Sacomã e São Bento, entre os meses de maio e julho/2010:


Relicário com pintura floral


Vista lateral

Eu fiz vários relicários para essa exposição, na verdade 23 modelos, de tamanhos e formatos diferentes, misturando técnicas de pintura e colagem, e com materiais variados. As caixas ou estruturas são de madeira ou MDF, todas pintadas, e cada uma com estilos e técnicas diferentes, como pintura floral, craquelado, pintura com relevos, com carimbos.

Depois de pintar as estruturas, que são as molduras, eu fiz o trabalho de decoração da parte interna dos relicários, colando papelão pintado, tecidos, rendas, flores de tecido e materiais decorativos. Por último eu faço a colagem das gravuras, que são fotocópias coloridas de pinturas da Frida, coladas sobrepostas, e com algum tipo de acabamento final, como uma pintura com tinta relevo ou incolor.

Vejam mais alguns trabalhos:

Coloquei alguns desse trabalhos na LOJA do meu site, vejam no link ao lado. Espero que gostem…
E até amanhã…

Exposição Mão da América

Hoje tem novidades no blog!

Eu falei para vocês que não ficaria apenas nas reedições, não é mesmo? Pois bem, meu primeiro evento do ano é uma participação na exposição coletiva “Mão da América”, no Memorial da América Latina, aqui em São Paulo.

Vários artistas participaram. Nós recebemos uma réplica do monumento que está no Memorial, a Mão da América, do Oscar Niemeyer, e fizemos nossas próprias criações. O meu trabalho é o seguinte:


Relicário Santa Latina

Sobre a exposição, vejam o realize da equipe de curadoria da exposição:

Mão da América

Abertura dia 11 de janeiro, às 19h30
com bate-papo com os artistas
Período de 12 de janeiro a 12 de fevereiro de 2011.
De terça a domingo, das 9 às 18h
Galeria Marta Traba
Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 portões 1, 5 e 6.
Estacionamento (pago): portão 8 e gratuito na abertura pelo portão 6

Informações: 3823.4708 Fax.: 3823 4706
galeria@fmal.com.br
ENTRADA FRANCA

“A Fundação Memorial da América Latina em parceria com a ABAPC promove exposição em homenagem aos 103 anos de Oscar Niemeyer.
A mostra é composta de obras inspiradas na Mão da América, de Niemeyer, símbolo do Memorial da América Latina. Os artistas desta exposição, na maioria com alguma passagem pelo Memorial, foram convidados a desenvolver suas linguagens plásticas e visuais sobre uma miniatura inspirada neste grande símbolo, confluindo assim a homenagem ao arquiteto Oscar Niemeyer com a reinterpretação artística do símbolo da Fundação. Foram produzidas 60 mãos em cerâmica e cada artista convidado teve a tarefa de construir novos significados poéticos a partir da reflexão sobre a escultura da Grande Mão e seu criador.”

Eu fiz um relicário utilizando técnicas de pintura e colagem, e aproveitei vários pequenos objetos de artesanato que colecionei em minhas viagens por aí. Vejam os detalhes:



Aproveitem esse período mais tranquilo para visitar a exposição, e depois me contem o que acharam.

Meu preferido em abril

Olá, pessoal!

Ontem eu fiz um passeio bem típico de turista em São Paulo, fui almoçar no Mercado Municipal, depois visitei a Pinacoteca e terminei a tarde tomando um café e comprando coisinhas interessantes no bairro da Liberdade, que é o bairro oriental de São Paulo. Foi divertido! Mas acabei constatando que São Paulo não é mais uma cidade sossegada nem mesmo nesse período de férias em janeiro. Estava tudo cheio! O metrô principalmente, e mesmo fora do horário de pico, já não é mais uma experiência agradável andar por lá… uma pena.

Bem, segue abaixo a reprodução do meu post preferido em abril do ano passado:

Esse é o post de número 100! Que legal… Ainda me lembro do primeiro post, que eu coloquei no ar diretamente de São Luís – MA, onde passamos o ano novo. E eu fiz questão de pintar uma árvore por que, como expliquei a vocês, acho que as árvores são sábias e poderosas, resistentes, pacientes e mais uma série de qualidades boas que queremos para nós mesmos. Por isso volto ao tema, novas árvores, agora pintadas em meu novo ateliê, de um jeito bem diferente…

Aí vai a técnica:


Faiança com pintura de árvore

Antes de mais nada vou explicar o que é faiança, para quem não conhece esse material. A faiança é uma cerâmica mais fina e delicada, branca e esmaltada. Ela é bem diferente da porcelana, embora possamos utilizar as mesmas tintas para pintar os dois materiais, e também não é rústica como o biscoite cerâmico.

Outra característica desse material é seu efeito craquelado. O próprio material apresenta esse acabamento, independente do tipo de pintura que será feita em sua superfície.


Outro ângulo da mesma peça…

Para pintar as peças desse post eu utilizei, mais uma vez, a tinta Decorfix 150, que é a tinta acrílica para fixação a quente da marca Corfix. A fixação é feita em forno doméstico, a gás ou elétrico, na temperatura de 150 graus (que é o mínimo dos fogões em geral), daí o nome da tinta “Decorfix 150”. A queima sempre deve ser feita após 24 horas da secagem ao natural da tinta e por 35 minutos.


Outro ângulo da mesma peça

Um procedimento muito importante nesa técnica é a limpeza da peça, que deve ser feita lavando-a com água e detergente e depois passando álcool em toda peça para retirar qualquer resíduo de gordura que possa ter ficado. Isso é fundamental para que a tinta tenha uma boa aderência à peça.

A tinta Decorfix 150 deve ser muito bem misturada antes do uso devido à sua grande sedimentação, ou seja, o pigemnto, amis pesado, fica depositado no fundo do pote e a resina (líquida) fica na superfpicie. Se não misturarmos com um palito ou pincel a cada usao, as tintas não ficarão em sua formulação de uso.

Podemos utilizar qualquer técnica de pintura com essa tinta: estêncil, pincelada, carimbos, sombreada… Eu já coloquei vários pots aqui com técnicas diferentes, e o processo desses trabalhos é a pintura sombreada com pincel pata-de-vaca.

Eu sempre aplico uma cor clara no fundo, com um pincel de pêlos suaves e depois sombreio com a cor mais escura, utilizando o pincel pata de vaca.


Outro modelo, também em faiança, em formato coração

O detalhe dessa pintura fica por conta do contorno em preto, que faço com a tinta dessa mesma linha Decorfix 150, só que do acabamento “para canetar”, que é uma tinta mais concentrada e fluída, própria para contornos e filetes. Utilize um pincel número 0 ou 00 e faça o contorno apenas após secagem completa da pintura do fundo. Em geral eu aguardo de um dia para o outro para fazer os contornos.


Vista da lateral do pote

A queima deve ser feita sempre após 24 horas (mínimo) de secagem completa da última aplicação de tinta. Pré-aqueça o forno por 5 minutos na temperatura de 150 graus, coloque as peças no forno, marque 35 minutos e após a queima deixe as peças esfriarem dentro do forno.


Mais uma foto do mesmo potinho…

Beijos e até amanhã…


O preferido em março

Olá, amigas e amigos, bom dia!
nem preciso dizer que a chuva continua por aqui, como, aliás, é comum nos meses de janeiro em São Paulo. e aí vai mais um post dos “preferidos”, esse do mês de março passado. Então vejam o post de novo:


Prato com gato sentado

Essa é uma pintura decorativa em porcelana que pode ser fieta em forno convencional, a 150 graus. Para quem não sabe, as técnicas de pintura em porcelana devem ser feitas com tintas que vão ao forno especial para que se fixem na peça, uma vez que os materiais vitrificados e esmaltados não oferecem aderência para as tintas comuns. Em geral essas tintas queimam a cerca de 730-750 graus e são feitas a partir de pigmentos e resinas em pó e óleos.

Mas já existem tintas a base de água e com fixação em fonro comum, elétrico ou a gás, na temperatura mínima, cerca de 150 graus. Uma dessas tintas é a Decorfix 150, da marca Corfix, e foi essa tinta que utilizei nas peças desse post. Essa linha apresenta tintas de acabamento fosco, metálico e brilhante. Para fazer, siga os passos:

– Antes de mais nada limpe muito bem a peça lavando-a com água e detergente. Enxugue e passe álcool para tirar qulaquer resíduo de gordura.
– Faça um desenho no prato ou peça de porcelana utilizando lápis dernatiográfico (que escreve em qualquer superfície) ou utilize carbono de grafite para passar o risco de um papel vegetal.
– Se você não tiver carbono de grafite improvise um: pegue um pedaço de papel de seda e passe grafite 6B (de lápis 6B) em grande quantidade em um dos lados. Utilize como um carbono com o lado do grafite voltado para baixo.
– Pinte os motivos utilizando a técnica sombreada feita com sobreposição de cores: aplique uma cor de tom mais claro na parte da peça que desejar e em seguida, utilizando um pincel pata-de-vaca, dê batidinhas na peça com uma cor de tom mais forte, criando um efeito sombreado. carregue mais em algumas partes e menos em outras para que o efeito fique mais intenso.
– O pincel pata-de-vaca é um pincel tipo brochinha com cerdas brancas e cortado em ângulo, e deve ser usado sempre em pé, com batidinhas, como uma brachinha. É próprio para criara efeitos de textura e sobreposição de cores.
– Depois de pintar os motivos, ou seja, cada parte do desenho do gato, pinte o fundo do prato. Deixe secar bem de um dia para outro.
– Pegue agora um pincel linner (para filetes) bem fino e com a tinta preta faça os contornos, grafismos e detalhes. Faça também bolinhas com a tinta metálica ouro. Deixe secar completamente por 24 horas.
– Leve para queimar em forno caseiro, pré-aquecido por 5 minutos na temperatura de 150 graus por 35 minutos com a porta fechada. Desligue o forno após esse tempo e deixe a peça esfriar dentro do mesmo.


Prato com pássaro e sol

Essa técnica pode ser feita em qulaquer modelo de peça de porcelana, como pratos, porta-jóias, canecas, jarras, louças em geral e até mesmo em azulejos. Após a queima a pintura fica resistente à água, porém é recomendável evitar pintar as partes da peça que possam sofrer alguma atrito. Por isso, caso queira pintar um prato para utilizá-lo com comida, pinte apenas as bordas e evite pintar nas partes que entram em contato com os talheres.

Bem, amanhã conto como foi o show… e como está meu ateliê.

Beijos e até lá…
Cristina
www.cristinabottallo.com.br


Meu preferido em fevereiro

Oi, pessoal…

Nada como rever nossas anotações, escritos e coisas assim para encontrar uma série de surpresas. Pois bem, eu disse a vocês que organizei um álbum com meus trabalhos preferidos mês a mês… E não é que quando fui conferir o de fevereiro, percebi que, na verdade, ele foi publicado em março?

Pois é, vai ser bom fazer essa “retrospectiva”, assim passo a limpo uma série de coisinhas… De todo modo, escolhi meu trabalho preferido em fevereiro, e ele foi o post n.49, do dia 18 de fevereiro do ano passado:


Mini-gaveteiro com pintura floral mexicana


Visão da lateral da peça

Em 2008 eu estive no México, na Feira de Manualidades que eles realizam por lá, feira equivalente à nossa Mega Artesanal, e pude conhecer melhor a arte riquíssima dessa país tão interessante. Na verdade tive muito pouco tempo para visitar as atraçãoes que ele têm por lá, mas o pouco que vi só me fez gostar ainda mais do país, de suas cores e de sua cultura.

Na visita ao Museu de Antropologia da Cidade do México me encantei com a arte pré-colombina e também com o artesanato do país.


Tapeçaria mexicana

No mercado típico de lá é possível encontrar uma infinidade de peças, como as roupas bordadas, as madeiras laqueadas, que são aquelas pinturas com bastante brilho e muito artesanato em cabaças, muito mesmo… Eles fazem um técnoca muito legal, as cabaças são trabalhadas com um instrumento muito fino, como um buril, aquela ferramenta para fazer gravura em metal, e eles fazem vários desenhso muito delicados, e depois pintam as peças com cores bem vivas. Aliás, uma das coisas que eu mais gosto no trabalho de lá é o gosto por cores, é tudo bem colorido, alegre, vivo, como eu gosto.


Cerâmica pintada e adornada

Bem, voltando à técnica, eu pinto as peças de madeira ou MDF com tinta acrílica decorativa de acabamento fosco. Também é possível fazer com a tinta de acabamento brilhante, mas para esse tipo de tinta eu desenvolvi outra técnica para pintar peças de metla, que irei colocar aqui posteriormente.

Comece pintando o fundo da peça com cores fortes, combinando de duas a três cores, dependendo do modelo. Para melhor acabamento aplique três demãos da tinta de fundo. Depois faça o risco floral ou copie-o de alguma publicação. As flores e folhas são sempre as mesmas, mas você pode compor um arranjo diferente combinando tamanhos variados dos mesmos motivos (veja a foto do modelo).


Caixinha de chá

Para pintar as folhas e flores, utilize um pincel redondo de filamentos sintéticos, eu recomendo os da referência 485 da Pinctore Tigre, o número 12 é um bom tamanho. Procure fazer os movimentos das pinceladas de uma só vez, como na pintura bauernmalerei. Aliás, as técnocas são semelhantes, se você já faz o bauer, não terá dificuldades em fazer a pintura floral mexicana, o que muda de fato são as cores e desenhos das flores, mas o movimento das pinceladas é muito parecido.

Depois de terminada a pintura, aplique cera em pasta incolor em toda peça, para proteger a pintura e dar um brilho acetinado que fica muito legal. E se você gostou da sugestão, aguarde a variação dessa técnica em metal e com brilho, colocarei aqui mais pra frente…

Aproveitando que falei da pintura Bauermalerei, se você se interessa por essa técnica, visite a págima LOJA do meu site www.cristinabottallo.com.br e veja as opções de produtos, como o DVD completo da técnica e os Guias de Pinceladas.


DVD Bauernmalerei

Um abraço e até amanhã!
Cristina


Meus trabalhos preferidos mês a mês – janeiro 2010

Olá, pessoal, boa tarde…

Hoje acordei pensando no que vou fazer de diferente para o mês de janeiro aqui no blog – afinal, embora eu não tenha férias oficiais, pretendo desacelerar um pouco esse mês e me dar algum tempo – tempo para colocar as coisas em ordem, tempo para planejar as coisas que virão, tempo para fazer coisas que não faço sempre como cozinhar, passear… Tempo para ir mais ao cinema (adoro!) e tempo para descansar também, para não fazer nada.

E uma das coisas que me ocorreu foi fazer uma retrospectiva do ano, com os melhores momentos do blog. Eu já criei em meu facebook um álbum com meus trabalhos preferidos a cada mês, então vou começar o ano reproduzindo aqui cada post que eu mais gostei, mês a mês.

E, por coincidência, o post de janeiro é da mesma técnica do quadrinho que coloquei aqui ontem. Aí vai:


Árvore da Vida

Essa é mais uma idéia usando o desenho de uma árvore como tema. Como eu disse anteriormente, as árvores são temas recorrentes em meu trabalho, e achei que começar o ano com a inspiração de algumas delas seria bem legal…

Esse é um quadro em serigrafia montado em 3D. Eu fiz as gravuras nessa técnica (serigrafia) e depois recortei algumas partes e fui colando em camadas, para criar o efeito tridimensional. Essa é uma técnica que faço com frequência, mas nesse modelo eu variei o tipo de moldura e os recortes e colagens, já que esse desenho permite infinitas combinações…

A SERIGRAFIA
A Serigrafia (ou silkscreen, quer dizer seri: seda grafia:escrita) surgiu no final do século IX, mas foi precisamente em 1907 que o inglês Samuel Simon patenteou a técnica de estamparia que utilizava um líquido isolante para pintar uma imagem negativa em tela de seda, que posteriormente seria utilizada para estampagem de tecidos. Alguns anos antes o artista inglês William Morris já havia utilizado um processo semelhante com finalidades artísticas. A serigrafia, portanto nasceu com um pé na indústria (destinada à estampagem industrial) e um pé na arte. Por isso esse método de reprodução gráfica sempre dividiu as opiniões dos críticos de arte, durante muito tempo a serigrafia não foi considerada uma técnica de gravura artística.

Hoje em dia a serigrafia não é mais descriminada e é reconhecida como uma técnica de gravura artística também, além de continuar sendo largamente utilizada pela indústria. O método de gravação da matriz utilizada na serigrafia é por permeação, ou seja, é feita uma pressão com o rodo sobre a tela, fazendo com que a tinta transpasse o tecido da tela e imprima a imagem no suporte desejado. 

A técnica da serigrafia consiste em bloquearmos o tecido que é esticado no bastidor (tela) com algum produto líquido (emulsão), utilizando o método direto (quando levamos esse líquido bloqueador direto ao tecido com o auxílio de um pincel, por exemplo) ou indireto, quando utilizamos um processo fotográfico, criando uma imagem em um fotolito, bloqueando as partes do desenho que desejamos reproduzir e expondo essa imagem à tela preparada com uma emulsão sensível à luz. As partes que estão bloqueadas nesse fotolito irão impedir que a luz passe, e, portanto, que a emulsão fixe-se nessas áreas, produzindo assim a matriz por onde a tinta irá passar. É um método de reprodução positiva da imagem: o que eu desenhar no fotolito corresponde exatamente ao que será impresso posteriormente. Esse é o método que eu utilizo. 

Caso vocês queiram saber mais sobre a técnica de serigrafia, no final de dezembro passado saiu a edição número 05 da revista ARTESANATO DIGITAL, da editora Terabyte, que além de ensinar essa téncica (serigrafia), também apresenta muitas outras técnicas de colagem, scrapbook e muito mais, com trabalhos meus, do Marcelo Darghan e do Vlady, grandes artistas e amigos. Essa revista vem com o passo-a-passo digital, um CD-ROM para vc rodar em seu computador (veja as especificações do tipo de computador na contra-capa da revista).


Revista Artesanato Digital número 05

Espero que vocês gostem da idéia…
E como já sabem, amanhã tem mais!

Um abraço,
Cristina