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E as compras que fiz em minha última viagem…

Hoje é dia de CrisCast novo, e nessa gravação eu falo de outra coisa que gosto muito de de fazer quando viajo (alé de ir a museus… risos). É visitar lojas diferentes e encontrar coisas bacanas para meu ateliê.
Ouça no link abaixo:

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-4-as-lojas-que-visitei

E veja abaixo as fotos de algumas das lojas, e depois, das compras que fiz. 😀

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Loja de materiais artísticos, em Madrid.

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Loja de aviamentos, em Madrid também.

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E mais uma loja de aviamentos por lá…

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Loja de leques e guarda-chuvas em Madrid. Uma das mais antigas, é de 1820

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Sebo em Valência, Espanha.

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Loja de chapéus em Valência.

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Loja de lãs em Valência

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E uma loja de lãs em Tromsø, Noruega.

Agora, as comprinhas… 😉

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As latas nunca podem faltar. Uso muito no ateliê, tanto para guardar minhas coisas como para decorar o cenário do “Cores da Cris”. Adoro latas, e não é de hoje… As maiores na foto eu trouxe de Madrid, Espanha. Lá tem uma loja de biscoitos que eu sempre visito, e você pode comprar as latas com ou sem os biscoitos. As pequenas são da Espanha e da Noruega, de diversos locais, balinhas, que eu gosto e depois fico com as latinhas…

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Lãs eu comprei tanto em Valência, na Espanha como na Noruega, em Tromso e Bodo. Eu não faço tricô, mas uso para os teares. E procurei mais as lãs de alpaca, mohair e com texturas diferentes. Elas dão volume para os trabalhos com tear.

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Esses pequenos novelos de linha eu trouxe da Noruega. Achei bonitinhos para fazer fotos com as bonecas, e depois usar nos teares também.

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De Madrid eu trouxe esses aviamentos, pontos-russo, sianinhas, galões… Não sei o que vou fazer com eles, mas sõa prefeitos para as bonecas também.

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Em Valência eu visitei uma loja de Rendas Valencianas, e lá comprei essas delicadas rendas e os galões, sempre pensando nas bonecas…

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Acessórios para bordado, agulhas para encadernação, dedais, agulhas de osso, artigos de feltragem… Encontrados nos dois países, em cada loja que eu ia e via algo útil e diferentes, eu tinha vontade de trazer. 😀

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Essas miudezinhas acima vieram de Madrid, e são todas para as Blythes.

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Na Noruega, eu não poderia deixar de comprar algum artesanato típico. Achei essa caixa de madeira, que na verdade os nativos usam para colocar manteiga, muito bacana. E já tenho planos para ela, mas não com a manteiga…
Um suporte [ara caixinha de fósforo com uma autêntica pintura Rosemaling, um chaveiro de madeira entalhada com peixe, típico das ilhas de pescadores, e outro feito pelos Samis, criadores de renas. Ah, e um barquinho Viking de cerâmica.

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Livros de Rosemaling e trabalhos manuais típicos da Noruega, esses eu trouxe do Museu do Folclore, que fica em Oslo.

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E para as pinturas, pincéis da Cotman que uso para as pinturas em madeira, espátula de silicone, uma borracha diferente, pincéis para telas e cerâmica, boleadores de madeira e uma régua de madeira que gostei muito. Tudo de Madrid.

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E, por fim,canetas, canetinhas, canetas e aquarela e ecoline. Todas para usar em meus caderninhos. Da Espanha e Noruega.


Feira Plana

Esse final de semana aconteceu aqui em São Paulo a Feira Plana, uma feira de publicações independentes muito bacana, que cresceu bastante nos últimos anos.

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O tema dessa edição era o Fim do Mundo, daí o nome da exposição.

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A feira reuniu editoras independentes, produtores de zines, impressores e artistas que usam, basicamente, papéis e livros como base para seus trabalhos. Mas tem muito mais do que isso nesse universo, naturalmente…

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Ana Paula Francotti, que tem sua editora, e que conheci no curso de zines com o Szansky

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Esse universo das publicações alternativas é algo que me chama muito a atenção, e já estou até fazendo as minhas primeiras publicações

No estande da Edições rrrrrrrrrrrr, dos sócios Gabi, Pedro e Kim estavam duas publicações minhas e mais uma produção que fiz em serigrafia para eles.

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Kim, Gabi e Pedro, da Edições rrrrrrrrrrr. Kim segurando meu cartaz “Quebra-cabeça”

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Livro-cartaz do Pedro, que imprimi em serigrafia (preto escrito em branco)

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Meu livro dos quadrados, também publicado pela rrrrrrrrrr

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Tenho gostado cada vez mais desse universo, e vou gravar, em breve, um podcast para meu canal CrisCast sobre o tema. 😀


O bacana de ir a Museus

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No CrisCast dessa semana, que você pode ouvir no meu Soundcloud ou no link abaixo, eu falo mais uma vez sobre minhas visitas a museus quando estou viajando, e conto um pouco do que vi em minhas últimas viagens, para a Espanha e Noruega.

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-3-o-bom-de-ir-a-museus

Como falei, o que mais gosto de encontrar nos museus é tudo aquilo que ainda não sei que vou encontrar. 😀
E abaixo seguem algumas das coisas que encontrei nos museus em Valência, Madrid e Oslo.

Na primeira parte da viagem, em Valência, na Espanha, visitei um museu que é na verdade um sítio arqueológico com ruínas de uma cidade romana.

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Vista da parte externa do Museu de Arqueologia em Valência.

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Parte das ruínas pode ser vista da rua, através desse vidro.

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E as ruínas romanas no museu.

Em Madrid, eu fui visitar o Museu nacional de Antropologia, que não é muito grande, mas muito bem organizado. E eu adoro museus de antropologia, eles sempre têm muita coisa bacana e inusitada parava gente ver.
Madrid é uma cidade de museus maravilhosos, como o Museu do Prado e o Reina Sofia e o Tissen, mas dessa vez escolhi visitar os de temas diferentes, antropologia e arqueologia.

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Máscara no museu de Antropologia de Madrid, na Espanha.

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Roupas e tapete cerimonial, também do Museu Nacional de Antropologia.

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Objetos em cerâmica.

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Máscaras asiáticas.

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Objeto decorativo das Américas.

Na Noruega, e mais precisamente, em Oslo, a capital do país, visitamos o Museu do Navio Viking e o Museu do Folclore. Eles ficam bem perto um do outro, então a visita foi em dose dupla!

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No Museu do Navio Viking estão 3 navios que firam encontrados nos fiordes, enterrados. Nesse cartaz ele smostra como um deles, o maior, foi encontrado.

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Vista frontal do maior navio viking.

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Pedaço de cabo de uma espingarda entalhada em madeira, encontrado em um dos navios vikings.

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O trenó que também estava no navio, ricamente decorado com entalhes na madeira.

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Vista mais ampla do navio.

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As renas são criadas em rebanhos soltos pelos Sâmis, os nativos de toda essa região da escandinávia. Eles estão não apenas na Noruega, como também na Suécia, Finlândia e Rússia, sempre ao norte, no ártico.

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Cintos tecidos pelos Sâmis.

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Objetos feitos com chifres de rena. São utilitários e decorativos, os sâmis usam tudo que vêm das renas, e conservam ainda as tradições de antigos artesãos.

E agui, nesse post da semana passada, vocês podem ver mais fotos do Museu do Folclore, com as lindas peças feitas com a pintura Rosemaling. 😀

Semana que vem, quarta-feira, tem podcast novo, o CrisCast por aqui, não deixe de acompanhar!


CrisCast #2 – Visita ao Museu do Folclore e Rosemaling

Segundo podcast no meu canal CrisCast, nesse eu conto como foi a visita que fiz ao museu do Folclore em Oslo, e as pinturas Rosemaling que vi por lá.

Ouça aqui. 😀

https://soundcloud.com/cristina-bottallo/criscast-2-visita-ao-museu-do-folclore-em-oslo-e-o-rosemaling

Nesse post, que publiquei mês passado, eu mostro algumas das peças que encontrei no museu.

E abaixo, fotos das casas tradicionais da Noeruega, que fazem parte da exposição do Museu do Floclore:

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E falando um pouco mais sobre a pintura Rosemaling, lá no museu eu encontrei esses dois livros, muito bacanas. Infelizmente eles estão em norueguês, então só vai dar para ver as imagens e tentar entender um pouco de que se trata… Mas como sempre adoro livros, esses vieram para fazer parte de minha biblioteca especial de livros de arte. 😀

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Também foi lá no museu que encontrei uma história mais precisa sobre a origem dessa pintura.
Lá está um texto que reproduzo abaixo, e que esclarece bem como foi que o Rosemaling se tornou popular não apenas na Noruega, como em todo mundo das artes decorativas. Todos os países da Europa tiveram um história semelhante, e desenvolveram suas próprias técnicas de pintura decorativa ou folk art, como o Bauernmalerei na Alemanha, e até mesmo a Pintura barroca, aqui no Brasil.

“Ao longo dos anos 1800, as mudanças radicais na estrutura social reduziram as possibilidades de se manter vivas as tradições do do folclore. No final do século XVIII, não havia mais a condição necessária para que se mantivesse a produção específica de artesanato rural. O crescimento da indústria havia transformado os artesãos rurais e sua produção em algo supérfluo, e algumas das mais antigas linhas de artesanato tradicional morreram.

A decoração das casas e objetos de uso doméstico estavam cada vez mais influenciadas pelas novas tendências urbanas e pelo desenvolvimento industrial. Mas, enquanto a arte popular estava perdendo espaço em seu ambiente original, tornou-se também objeto de crescente atenção dos habitantes da cidade. As muitas e variadas formas de expressão na arte popular, usando diferentes materiais e técnicas decorativas, mudaram e declinaram durante todo aquele período, por pouco mais de um século, até o início dos anos 1900. E dentre as muitas técnicas de artesanato popular, foi a justamente a pintura Rosemaling que durou mais tempo, mas mesmo assim aplicadas apenas a alguns móveis e pequenos objetos.

No espírito do romantismo nacional, a arte popular foi considerada um exemplo para os artesãos urbanos e pintores decorativos urbanos, servindo de contrapeso aos bens produzidos industrialmente. E então, cópias de produtos de “folk art” passaram a ser produzidos para atender a procura dos cidadãos de classe média, ao mesmo tempo que alguns artistas começaram a usar a arte popular como inspiração para suas novas obras. Mas nas áreas rurais a criatividade popular se desenvolveu em outras direções, e muitas das técnicas tradicionais acabaram se perdendo.”*

* Texto do museu Norsk Folkemuseum em Oslo, e que eu traduzi livremente.


Aniversário do Alpharrabio

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25 anos do Alpharrabio

Sábado passado, dia 04/03/2017, foi a festa de 25 anos de fundação da Livraria/Editora/Sebo Alpharrabio, que fica em minha cidade natal, Santo André.

Sou uma profunda admiradora desse espaço, que é também um centro cultural e café, e que já abrigou exposições, intervenções e atuações de artistas de todas as esferas: teatro, dança, poesia, literatura, artes plásticas.
Eu já tive a felicidade de expor lá meu trabalho mais especial, a exposição “A Árvore do Dia”. Uma grande satisfação…

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A Livraria e Editora Alpharrabio, em Santo André, SP, minha cidade natal.

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Dalila e Maninha, que são corpo e alma do Alpharrabio.

Dalila e Maninha, que estão à frente desse espaço tão especial, são dessas pessoas de quem sempre se quer estar perto.

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Mural com alguns dos inúmeros recortes de jornais com notícias do Alpha.

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No jornal, o lançamento do Alpharrabio.

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Meu pai, Eduardo Bottallo, teve vários livros publicados pela Editora Alpharrabio. Nesse recorte de jornal, a notícia de um dos lançamentos.

Meu pai, Eduardo Bottallo, advogado com escritório em Santo André, teve alguns de seus vários livros publicados pela editora, e foi ele quem nos apresentou ao espaço. Foi muito bom encontrar um pouco do meu pai por ali, em bilhetes, recortes de jornal e livros.

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Bilhete que meu pai enviou em 1997, quando do aniversário de 5 anos do espaço. Que legal, estava lá!

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A primeira das exposições das quais participei por lá, também presente no mural.

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O evento de sábado…

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O espaço é também um café…

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Palavras da Dalila, que é a fundadora e também poetisa.

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E alguns dos livros publicados pela editora.

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E mais livros…

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Entre eles, os livros “O Torto e o Direito” e “Trovas Tributárias” são dois dos livros que meu pai escreveu.

Um dos livros do meu pai, publicado pela Alpharrabio, o “Trovas Tributárias”tem ilustrações minhas, que já mostrei aqui, mas vou mostrar novamente em novo post em breve.

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Livros, livros e mais livros…

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No início, os boletins…

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Lugar de livros, poesia, literatura, arte, boa conversa…

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O espaço é também um sebo…

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Recheado de livros, com a gente bem gosta. 😀

Sábado passamos um final de manhã e começo de tarde muito agradável, foi muito bom estar presente, e é sempre uma grande alegria estar com pessoas tão especiais e queridas.
Parabéns ao Alpharrabio, e que venham muitos anos mais!


E meu Podcast está no ar!

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Inaugurando mais uma forma de comunicação dentro do meu meu canal Cores da Cris, apresento hoje meu Podcast, o CrisCast, espaço em que vou falar sobre coisas bacanas que vejo por aí, exposições e locais que eu visitei; viagens e lugares que me marcaram; referências e inspirações que fazem parte do meu universo de trabalho.

E, para começar, conto um pouco sobre a exposição do artista plástico Takashi Murakami que visitei em Oslo, na Noruega, mês passado. É só clicar abaixo:

Visita à exposição do Murakami.

E, abaixo, algumas das fotos que fiz durante a exposição Murakami by Murakami, que está acontecendo no Astrup Fearnley Musset, em Oslo, na Noruega, de 10/02 a 14/05 de 2017.

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