Foto brincadeira para minha página no Flickr, com minhas Blythes.
Beiijinho no ombro e muito mais… Passem lá para ver:
Foto brincadeira para minha página no Flickr, com minhas Blythes.
Beiijinho no ombro e muito mais… Passem lá para ver:
Olá, pessoal, amigas e amigos do meu blog…
Algumas pessoas perguntam aqui se eu não vou mais à televisão…
Bem, a resposta é que não tenho ido mais mesmo.
Nesse momento prefiro dar prioridade ao trabalho em meu ateliê, aqui, em meu site e no meu canal de vídeos no youtube.
Por isso, se quiser assistir a algumas aulas minhas, visitem meu canal:
https://www.youtube.com/user/cristinabottallo
É isso, abraços a todos!
Olá!
Aí vai o editorial que escrevi esse mês para o Clube de Artesanato.
Mulheres e sua força de trabalho
Nesse último sábado, dia 08 de março, comemoramos o Dia Internacional da Mulher, como vocês bem sabem. E naturalmente também imagino que concordam que todo dia deve ser um dia de homenagens às mulheres.
Afinal, sem elas, ou melhor, sem nós, mães, irmãs, filhas, trabalhadoras, realmente o mundo seria inimaginável.
Mas o Dia Internacional das Mulheres é na verdade um dia que marca a luta de todas as mulheres por melhores condições de vida, por direitos iguais aos homens no trabalho e contra a violência com que muitas vezes são obrigadas a conviver. Não é uma realidade fácil nem agradável, mas é fato, as mulheres ainda vivem em condições menos favoráveis que os homens, e em alguns lugares do mundo essa situação é ainda pior.
Muitas conquistas foram realizadas nos últimos tempos, mas as mulheres ainda merecem – e lutam – por mais espaço, reconhecimento e respeito. A jornada dupla de trabalho, por exemplo é uma realidade. Ainda é muito mais comum que a mulher, mesmo trabalhando fora as mesmas horas que o homem, seja a principal responsável pela casa, pelas tarefas domésticas e pelos cuidados com os filhos.
A opção por trabalhar em casa com uma atividade como o artesanato, que a mulher possa realizar ao mesmo tempo em que cuida da casa e dos filhos, é, portanto, uma possibilidade viável e muito interessante. E real: conversando com mulheres responsáveis pela casa e que gostam de artesanato é quase certo que boa parte delas vá dizer que buscou uma atividade que pudesse realizar dessa maneira.
Claro que o artesanato não deve ser visto apenas como atividade paralela. E nem a mulher que cuida da casa ou dos filhos ou ambos deve ser vista como alguém sem uma ocupação definida: cuidar de uma casa é um trabalho enorme e que merece todo respeito e reconhecimento, e cuidar dos filhos ainda mais.
O artesanato é uma atividade séria, produtiva, que movimenta bilhões no mundo inteiro e na maioria das vezes é realizado por mulheres: mulheres são muito dedicadas a tarefas que exigem atenção, são mais pacientes e estão acostumadas a realizar tarefas que exijam habilidades manuais.
Mulheres e artesanato, portanto, são uma combinação muito positiva, e nós, do Clube de Artesanato, certamente concordamos com isso e somos muito gratas a todas vocês, mulheres: artesãs, mães, filhas, irmãs, tias, profissionais, donas de casa…
Vocês merecem não apenas um, mas vários dias de homenagens todos os meses do ano. Parabéns a todas as mulheres, sempre!
Cristina Bottallo
Curadoria do site do Clube de Artesanato
Pode parecer bobagem mencionar, mas vocês sabiam que serigrafia é a mesma técnica conhecida como silkscreen?
Seri (seda) + grafia (escrita) = Silk (seda em inglês) + screen (grafia em inglês)
Então todas as vezes em que você viu, leu ou ouviu falar em serigrafia, estava vendo, lendo e ouvindo falar de silkscreen, aquela técnica de “estampar camisetas”, como acabou ficando conhecida por aqui.
E sabe porque ela ficou conhecida assim?
Essa técnica acabou sendo difundida nos Estados Unidos nos anos 1950-60 como um meio de impressão de arte, mas também como um processo semi-industrial de estampas, como é até hoje. E aqui no Brasil, particularmente em São Paulo, as confecções que faziam estampas de bandas de rock passaram a utilizar a serigrafia para fazer as camisetas por aqui. As lojas e estamparias que faziam essas camisetas ficavam no local que é conhecido como Galeria do Rock aqui em São Paulo, na região central da cidade. Naquele tempo, a galeria era repleta de lojas de materiais serigráficos e estamparias, mas como o tempo essas lojas acabaram se especializando em rock, discos, músicas… e camisetas, ainda feitas em silkscreen. É isso, um pouco de história por aqui…
Bem, mas o que eu quero é mostrar algumas peças em serigrafia sobre tecido que estou desenvolvendo:
Para essas almofadas eu criei umas flores estilizadas em serigrafia bem simples, do tipo “primeiros passos” mesmo.