Placa “Lavabo”

As placas de madeira pintadas com mensagens e as típicas flores do Bauernmalerei são muitos tradicionais. A pintura bauern surgiu justamente para que os moradores decorassem suas casas, e essas placas com palavras e mensagens são muito comuns justamente por isso.


Nesse modelo as flores são um pouco diferentes das tradicionais, eu misturei elementos do bauern tradicional com flores do country americano.

E o resultado é bem decorativo, com florzinhas do campo e tulipas.
Abaixo segue o motivo floral da peça.

Se você gostou e quer outros riscos, veja a Apostila de Riscos que ofereço na LOJA do meu site. E aguarde mais postagens por aqui…
😀


Placa “Welcome” com a técnica Bauernmalerei

Olá, amigas e amigos, do blog, bem-vindos!

Bem- vindos e boa semana a todos vocês… E para começar a semana realmente bem, trago algumas novidades coma técnica bauernmalerei aqui no blog.

Uma das pecas mais tradicionais da pintura bauern, e que fatalmente todos aqueles que praticam a pintura irão fazer, é a placa “welcome”, ou “bem-vindos” se você preferir em português…
Isso porque na alemanha, país de origem da técnica, a pitnura é feita nas casas das pessoas, que recebem seus visitantes sempre com uma plaquinha dessas.

Essa que eu pintei é bem tradicional, com as cores básicas do bauern, cores vivas e primárias. E os motivos também são os mais tradicionais, a clássica rosa vermelha, tulipas azuis, flores do campo amarelas e pássaros com as mesmas pinceladas.
E se você gosta dessa técnica e quer saber mais, saiba que ofereço vários produtos com esse tema em minha LOJA, como DVDS, apostilas, revistas, pincéis e até peças preparadas. Visite a LOJA!

Para começar bem a semana! 😀


Auto-retrato

Toda vez que alguém pergunta o meu nome e eu respondo “Cristina”, sinto uma sensação de enorme estranheza.

Cristina.

Poderia dizer Valéria, Júlia, Daniela, Luzia, Rita… qualquer nome poderia ser o meu, mas o meu nome é Cristina.

Será que quando respondo a alguém que ainda não me conhece “Cristina”, estou conseguindo dizer a essa pessoa quem eu sou, de fato? Oito letras dispostas assim, nessa ordem “C-R-I-S-T-I-N-A” vão conseguir dizer a essa pessoa, naquele minuto, quem eu sou?

E as outras tantas cristinas que existem por aí, o que elas guardam em comum comigo, além do nome (ou parte dele)?

“Eu tenho uma prima chamada Cristina”, essa pessoa poderá dizer… ou “Minha vizinha se chama Cristina”… Mas e que importância isso tem, se as outras márcias, cláudias, lucianas e déboras que você conhece não foram citadas nessa conversa, e eu guardo as mesmas não-semelhanças com elas?

Pois é, complicado…

Escuto meu nome e penso em meus pais, escolhendo meu nome – e nesse caso é fácil – me chamo Cristina porque minha mãe nasceu na cidade de Cristina, em Minas Gerais. Se minha mãe tive nascido em Anápolis, eu me chamaria Ana? Ou em Silvianópolis, eu seria a Sílvia? E se eu fosse a Ana, ou a Sílvia, eu seria a mesma Cristina, essa pessoa que sou agora? Mas se minha mãe tivesse nascido em qualquer outro lugar, será que eu teria nascido?

Aiaiai… começo a pensar e me perco, sem respostas.

Eu sou Cristina, essa Cristina.

Quando me vejo em uma foto certamente vejo a mesma imagem que todas as outras pessoas vêm também, mas eu não me vejo de fato, e nem poderia, afinal eu não tenho a mesma perspectiva que as pessoas têm de mim.

Eu não vejo a Cristina, eu vejo o mundo através da Cristina, então como posso me reconhecer naquela foto?

Nunca me reconheço.

Olho, curiosa, uma versão de mim que as pessoas enxergam e me pergunto: quem sou eu, afinal?

Preciso fazer um auto-retrato.


Trova de Junho

Esse mês chegou tão, tão rápido que nem me dei conta…
Antes dele terminar, aí vai a página do calendário do mês de junho, com a trova do meu pai:

“Quem navega em mar de sonho
É sempre moço, faceiro.
Tem jeito manso, risonho,
Coração de marinheiro.”
Eduardo Bottallo


Bauer no blog…

Aqui no meu blog, na página “Todas as Técnicas”, você encontra vários posts sobre o tema, pintura Bauernmalerei em madeira…
E você já conhece minha apostila?

Minha primeira publicação sobre o tema, apostila com a técnica, passos, riscos e muito mais…
Está na LOJA do meu site, que também tem uma página toda dedicada ao tema.
Passe lá para ver!


Ou criando, ou em crise…

Incrível como nossa dinâmica vai ficando cada vez mais familiar com o tempo, não é mesmo? Essa é uma das poucas vantagens de ficarmos mais velhos…

Eu me observo mais e já me entendo melhor também, e hoje sei que existem basicamente dois estados para mim: em crise de criatividade ou em franca produção.


Minha última produção, série de serigrafias “Paisagens Construídas”

A “franca produção” tem hora que demora a engatar, e aí dá-lhe crise!
São dias, semanas em que parece que nada está sendo feito. Claro que não é bem assim, claro que esse é o processo e o tempo natural das coisas acontecerem, mas que dá essa impressão ruim, a isso dá…

Mas também existe um outro momento crítico: sempre que termino uma nova produção e todos os seus desdobramentos, como exposições, eventos, workshops etc, o impacto parece ainda maior, fico meio paralisada até…
São os efeitos do anticlímax que esse período tão intenso fatalmente acaba trazendo.


Observando minha nova série…

Nessas horas, até fazer as coisas mais corriqueiras do dia a dia acaba se tornando uma imensa dificuldade, mas vamos lá…
Não existe trabalho terminado quando se trata de criação, uma série chama outra e há muita lição de casa por fazer ainda.

Arregaçar as mangas e trabalhar. 😀


Técnicas de pintura e trabalhos manuais