Todos os posts de Cristina Bottallo

CORUJAS

Olá, pessoal, boa tarde…

Ainda colocando as coisas da feira em dia, seguem duas pinturas em tela que fiz especialmente para a exposição na Mega:


Coruja olhando…


E coruja dormindo…

As duas pinturas medem 50×70 cm, forma feitas em tela painel, com acrílicos. A técnica de pintura é a minha técnica mais “representativa”, vamos dizer assim… A mesma da bandeja do post de ontem. Primeiro faço um fundo plano de tinta acrílica, que no caso das corujinhas foi feito em branco. Depois traço o desenho e vou pintando as partes, com as cores. Não importa se começo pelo fundo ou pelo motivo, as cores vão sendo colocadas conforme vou decidindo as cores.

Mantenho um espaço em branco entre cada área pintada, sem pintar, e depois finalizo com o grafitado, nesse caso feito coma tinta relevo preta. Simples e divertido!

Ah, e por falar em divertido, estou preparando umas serigrafias de corujinhas, dese o ano passado, quando pintei uma no muro do meu ateliê, ao lado do meu passarinho Beeko, foquei de fazer a Cora, a coruja, vocês se lembram? Ainda não terminei, mas estou fazendo…

Bom resto de dia para vocês e até mais!


BANDEJA ARVORE DA VIDA

Olá a todos, bom dia!

O dia amanheceu bonito aqui em São Paulo, embora o tempo seco típico do inverno deixe o ar bem poluído… Mas está sol, o céu está azul e isso tudo inspira cor. Por isso mesmo hoje eu trouxe uma sugestão bem colorida, a bandeja que fiz para o Prêmio Artesão do Ano:


Bandeja “Árvore da Vida”

Esse trabalho é uma variação das minhas pinturas em tela sobre fundo preto. Na verdade, é a própria técnica, sem nenhuma modificação e com os mesmo materiais. Na parte da frente eu pintei uma árvore estilizada com todos os elementos que eu gosto de usar em meus trabalhos: círculos, corações, flores, borboletas…


Parte de trás da bandeja

E na parte de trás eu pintei círculos em tons de azul, amarelo e laranja.

A bandeja em MDF foi pintada com tintas acrílicas para telas, que é bem diferente da tinta acrílica decorativa. É uma tinta mais pastosa, consistente, com acabamento semi-brilho. Para fazer, basta seguir os passos abaixo.


Mais de perto…

Passo a passo:

– Limpar bem a peça e remover o pó. Em geral as peças de MDF não precisam ser lixadas, mas se for necessário, lixe-a para retirar rebarbas ou imperfeições.
– Aplicar uma demão de tinta na cor preta, com rolinho de espuma. Se for difícil aplicar nos cantos, podemos utilizar um pincel. Deixe secar por cerca de 1 hora e aplique uma segunda demão. Ao aplicar a tinta com o rolinho, a superfície ficará com uma certa textura, o que é esperado nessa técnica.
– Deixe secar bem e faça o desneho a mão liver com um lápis pastel branco, ou transfira um desenho desejado com um carbono branco.
– Comece a pintar os motivos, sempre utilizando as tintas acrílicas para telas puras, sem diluir, com um pincel seco, raspando as tintas na peça e sem cobrir completamente o fundo preto.
– Deixe secar por uns 30 minutos e faça o contorno com a tinta branca. Você pode utilizar tonta Relevo 3D,q ue já vem na bisnaga, ou colocar tinta acrílica decorativa brilhante em uma bisnaga do kit fine linner, bisnaga mais ponteira metálica, que deixa o traço mais fino (foi o que fiz). O contorno define os motivos e serve para fazer os detalhes também. Aguarde secagem completa por 24 horas sem tocar.


Detalhe da pintura


Mais um detalhe

Essa técnica do pincel seco faz com que a pintura fique com uma certa textura, realçando o contraste entre as cores e o fundo preto. E o grafitado, que é como chamo a técnica de contorno e grafismos com relevo, combina muito bem com essa pintura. E o melhor é que a tinta acrílica para telas é bem resistente, então a peça não precisa de nenhum acabamento, treminada e seca a pintura, está pronta!

Bom dia para vocês. E até amanhã!


XILOGRAVURA

Oi, pessoal, boa tarde!

Andei sumida. Não consegui me organizar ainda, ando descoordenada. Mas logo as coisas se encaixam de novo, espero…
Então vamos lá, diminuir o atraso. E, para começar, o post sobre xilogravura, que fiquei devendo… Quem ainda não assistiu ao vídeo, veja na página MINIAULAS. E para quem já viu, seguem mais informações:


Xilogravura “Peixes”

Acima vocês podem ver a foto da xilogravura que apresentei no vídeo de MINIAULAS que postei ontem. E abaixo segue um texto sobre essa técnica.

Xilogravura, em uma definição bem simples é a gravura feita a partir de uma matriz de madeira. Xilografia, o nome mais tradicional da técnica, é uma palavra composta pelos termos xylon e grafhein, que significam, respectivamente, madeira e escrever – escrita em madeira.

Acredita-se que a técnica seja de origem chinesa, e é conhecida desde o século VI. Mas foi no século XVIII, com a chegada das gravuras japonesas a cores na Europa e da criação da técnica de xilo de topo, por Thomas Bewick, que a xilogravura passou por uma transformação significativa.


Xilogravura abstrata em cores

Existem dois tipos de xilografia: a fio e de topo. Na xilografia ao fio (também conhecida como madeira deitada) o artista usa uma tábua, ou seja, um pedaço de madeira que foi cortado no sentido do fio da madeira (da copa à raiz). longitudinalmente ao tronco.

Na xilografia de topo (ou madeira em pé) no lugar da tábua é utilizado um disco de madeira cortado no sentido transversal da árvore, ou seja, perpendicular ao sentido do fio.

Os dois tipos de xilografia, embora sejam técnicas de gravura com madeira, são muito diferentes. Diferem quanto às ferramentas utilizadas, quanto ao tipo de madeira empregada, quanto à forma de se trabalhar. E, naturalmente por isso apresentam resultados bem diferentes também. Enquanto as xilos a fio apresentam grandes áreas lisas contrastadas (com tinta e ausência de tinta), as xilos de topo caracterizam-se pelo uso da linha branca, e dos meio-tons obtidos por traços muito finos. A xilografia é uma técnica de impressão mais econômica que as demais, já não utiliza equipamentos muito sofisticados nem caros.

As madeiras mais utilizadas na técnica são a peroba, o gatambu, a pereira, o nó-de-pinho, o pau-marfim, entre outras. As ferramentas utiizadas no entalhe da madeira são as goivas e formões, no caso da xilografia de fio e o buril, na xilografia de topo. E a tinta utilizada é tinta tipográfica, embora existam algumas marcas de tintas específicas para xilogravura.

A gravura em linóleo, que é um tipo de emborrachado liso e macio, é muito semelhante á xilografia, embora para muitos artistas seja considerada um tipo de gravura menos nobre. Também conhecida como linoleogravura, é também um tipo de impressão muito semelhante ao carimbo – é feito um entalhe na borracha, retirando-se algumas partes da superfície. Depois essa borracha é entintada e impressa.


Gravura em linóleo

Dentro do universo da Arte Popular Brasileira a xilografia ou xilogravura, como é mais utilizada aqui, é amplamente utilizada na literatura de cordel, que é a produção de poemas e escritos em forma rimada, que em sua origem eram apenas orais, declamados ou cantados acompanhados de viola popular mas que posteriormente passaram a ser impressos e ilustrados com a técnica da xilogravura. O Mestre Jerônimo, que expôs durante a Mega Artesanal, é um desses artistas.


Xilo do Mestre Jerônimo em preto e branco


Xilo do Mestre Jerônimo em cores

Natural de Esperança, na Paraíba, Mestre Jerônimo atualmente reside em Diadema, São Paulo. Seus pontilhados e o sol estilizado são suas marcas pessoais no trabalho com a madeira, e em sua obra, o que mais se destaca é o imaginário de suas criações, quando folhas, troncos e árvores são simbologias para vida e esperança. As crianças também sempre estão presentes em seus trabalhos.


Mestre Jerônimo em sua exposição na Mega



MINIAULA DE XILOGRAVURA

Olá, amigas (os)…

Essa semana eu retomei as gravações das minhas MINIAULAS (uêba!) e segue Abaixo o link para o vídeo.

A xilogravura é uma técnica de gravura feita em madeira. Uma das técnicas mais antigas de impressão e um trabalho que gosto muito.


Xilo do mestre Jerônimo

Ainda ficou faltando o post com mais sobre a técnica, sobre a exposicão de xilogravura que estava montada na feira e mais algumas coisinhas… Fica para mais tarde. Bom dia para vocês!


Minha rede de amigos e meu melhor amigo

Oi, pessoal, boa noite!

Eu estava aqui escrevendo um post com uma técnica nova, como prometido, mas me distrai com alguns comentários na rede social facebook e acabei decidindo mudar completamente o tema de hoje. Isso porque lá (no facebook) estão “pipocando” posts e comentários sobre o Dia do Amigo (que é hoje). Aliás, bom Dia do Amigo para vocês!

Decidi que a técnica vai ficar para amanhã, me desculpem, mas preciso falar sobre amizade hoje.

Bem, voltando (estou meio dispersa ainda – ah o que não fazem umas boas férias…), por isso e também porque meu grande amigo Marcelo Darghan escreveu essa semana um texto lindo para outra grande amiga (e muito querida minha), a Flora Tudesco (da empresa de tintas Corfix), é que resolvi mudar o tema e escrever sobre minha rede de amigos para vocês. Aliás, leiam o texto no http://marcelodarghan.blogspot.com/2011/07/uma-vida-dedicada.html?spref=fb.

O Marcelo é meu amigo há uns bons anos já. Eu o conheci por intermédio de outra grande amiga, a Rita Paiva. Sabe aquele amigo que é com quem você quer compartilhar suas maiores alegrias e as piores tristezas? Sabe aquela pessoa em quem você pensa na hora, quando está atrapalhada, carente, perdida, confusa, eufórica, feliz, feliz? Pois bem, para mim essa pessoa é o Marcelo.


Eu e Rita, na Mega

A Rita eu conheci em 1989/90, na Editora Abril, ela estava nas revistas Manequim e Arte e Casa. A Manequim trazia um caderno especial de artesanato, e a Arte em Casa, que não existe mais, era uma revista incrível, só de trabalhos manuais, diferente, bacana. A editora era a Malu Vianna, outra pessoa muito querida. Foi nessa época que sairam minhas primeiras matérias em revistas, uma notinha na Manequim sobre meus bordados em ponto cruz e depois uma matéria de madeira para Páscoa na Arte em Casa.

Depois, em 1991, por aí, eu fiz outra matéria com a Rita sobre fantoches de feltro. Ela me disse que conhecia um artesão que sabia tudo sobre feltro e que poderia me dar umas dicas. Me passou o telefone de Marcelo, eu liguei para ele, conversamos, fui em um curso que ele dava para a empresa Santa Fé (naquela época ele já reunia centenas de pessoas em seus cursos) e pronto, nascia uma amizade especial…


Marcelo e eu

Bem, o tempo foi passando e no ano de 1995 eu comecei a me apresentar no programa Note e Anote, na TV Record, com a Ana Maria. O programa tinha 4 horas naquela época, era de manhã (depois passou para tarde), e eu era uma das professoras fixas, ia toda semana. Eu dava aulas principalmente de miniaturas – a Ana pessoalmente escolheu, entre todos os trabalhos que levei na primeira conversa com a produção do programa, que eu apresentasse as miniaturas. Mas eu já fazia muitas outras coisas, como os bordados, pintura em madeira, bauern… Enfim, meu trabalho estava aparecendo e meu ateliê, que na época ficava em Santo André e se chamava Feito em Casa também.

E justamente por isso cabei sendo convidada pela empresa Corfix, que estava com um novo escritório de vendas aqui em São Paulo (a fábrica fica em Porto Alegre), para participar de um evento de lançamento as tintas Decorfix (isso mesmo, eu estava lá, no lançamento!). Isso foi em 1996, na primeira metade do ano, se não me engano… Nesse evento eu conheci a Flora Tudesco, uma das donas da Corfix, e a empatia com ela foi imediata, nos entendemos de cara, e eu fiquei encantada com aquela mulher tão bonita, elegante, uma empresária especial. Eu entreguei a ela minha primeira publicação, uma coleção de 12 apostilas com técnicas variadas, e ficamos em contato, à distância (ela retornou a POA logo em seguida).

Passaram-se poucos meses, eu fui chamada para uma entrevista na empresa Acrilex e acabei sendo contratada como Coordenadora do Ateliê, na fábrica, que fica em São Bernardo do Campo – SP. Naturalmente isso me afastou da Corfix, mas continuei me encontrando com a Flora em feiras e eventos, e nossos encontros sempre foram muito carinhosos…

Fiquei na Acrilex até 2003, e nesse período acabei me aproximando mais do Marcelo, que tinha a parceria com a empresa em alguns projetos que ele fazia na época. Bons tempos aqueles, foram anos felizes. Também fiz alguns bons amigos por lá… Por volta do ano 2000/01 o Marcelo deixou a parceria com a Acrilex e passou a trabalhar com a Corfix, mas a gente ainda se via e se falava eventualmente.


Eu e Má (adoro essa foto!)

Quando eu deixei a Acrilex, em 2003, a Corfix me convidou para trabalhar com eles, primeiro apenas com uma participação na feira Hobby Art, e depois como consultora. A Flora me falou, então, que ficava muito feliz que o nosso longo “namoro” tivesse, finalmente, virado um “casamento feliz”. Muito feliz, aliás… O Marcelo também estava lá, e daí nos aproximamos ainda mais. Viajamos juntos, demos aulas juntos, viramos amigos de verdade. E sempre que dava a Flora estava com a gente também.


Eu e Marcelo, meu melhor amigo…

Hoje eu não estou mais trabalhando com a Corfix diretamente, mas continuo usando seus produtos. Mas, o que guardo de melhor daquele tempo, naturalmente, foi a amizade com a Flora, que perdura até hoje e será assim para sempre, tenho certeza. Coisa boa isso, conquistar uma amizade verdadeira…

Nessa rede de amigos, outras pessoas muito queridas vieram… O Marcelo me apresentou muitas pessoas, entre elas a Elaine, que trabalha com ele em alguns eventos e que trabalha comigo hoje, quando preciso de uma ajuda extra. Ela foi muito importante nesses meus últimos eventos, sem ela não teria conseguido terminar tudo, sem dúvidas…


Eu e Elaine Anselmo

Logo depois da feira, quando eu saí de férias, a Elaine veio até meu ateliê para arrumar as coisas que voltaram da exposição e deixou esse bilhete carinhoso junto com uma orquídea linda. A orquídea não aparece na foto que eu fiz hoje de bilhete está linda, cheia de flores, na minha casa… depois mostro para vocês.


Bilhete que a Elaine me deixou… adorei!

E por falar em bilhetes, durante a feira eu recebi uma porção deles, todos deixados nas minhas árvores. Eu, naturalmente, vou guardá-los com muito carinho, e quando me sentir meio desanimada, já sei o que fazer, é só pegar alguns para ler. Uma dose especial de “carinho de amigos”… muito bom!


Recadinhos deixados em minhas árvores

A rede de amigos continua, e durante essa Mega, a Rita, ela de novo, nossa “madrinha”, como diz o Marcelo, me apresentou a queridíssima Lu Gastal, uma artista de patchwork, de extremo bom gosto, divertida, linda, talentosíssima. Em agosto pretendo ir à Porto Alegre visitar a Flora e a Lu, minha mais nova amiga…


Lu Gastal e eu

Ah, ela também estará na próxima edição da revista Make, a que vai sair em agosto com a página I LOVE MAKE que eu fiz. Que delícia!

Nessa rede de amigos há muitas outras pessoas queridas que conheci com meu trabalho – eu poderia ficar aqui horas e horas só escrevendo sobre isso, e certamente nem conseguiria falar de todas. Uma amizade verdadeira pode começar assim, um encontro, uma coincidência, um amigo em comum (se for o Marcelo, então, pode apostar, ele vai te apresentar muitas pessoas queridas)… Com nossos amigos nos sentimos confortáveis e confortados, seguros, amados. Eles fazem as coisas terem sentido. O que mais podemos querer, afinal?

Mas confesso que sou insegura. E mais insegura ainda fico tendo o Marcelo como melhor amigo. Vocês já deram uma voltinha com ele em algum evento como a Mega? Eu conto, é assim: você não consegue dar mais do que dois passos sem que alguém venha falar com ele, pedir uma foto, dizer que gosta muito dele. Ou sem que ele cumprimente alguém com muito entusiasmo, como se fossem mesmo os melhores amigos.

O jeito foi fazer um teste… A Elaine me apresentou, durante a Mega, um amigo do Marcelo, o Renato, que estava trabalhando na oragnizaçãoo da entrada da feira e que eu não conhecia até então. Como o Renato estava em contato direto com o Marcelo, pedi para que dizer a ele que havia conhecido sua melhor amiga naquele dia e esperasse para ver a resposta, sem mencionar meu nome. O Renato adorou a brincadeira, e na primeira oportunidade, quando eles se falaram pelo rádio, falou: “Conheci sua melhor amiga hoje”. A resposta do Marcelo foi: “Ah, a Bottallo?”. Adorei! Sobretudo porque só ele me chama assim, acho divertido!

E, para terminar, no finalzinho da Mega, quando estávamos desmontando os stands, ganhei um presente muito especial dele:


Quadro com imagem de Santa Rita

Um quadro lindo com flores de feltro e uma imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Coloquei esse quadro em um local especial, bem em frente à minha escrivaninha, no ateliê, que é onde fico quando escrevo aqui no blog. Vai ficar por perto, como os amigos devem ficar.
Obrigada, Marcelo.
E feliz Dia do Amigo para você!

P.S.: Obrigada a vocês também, novas amizades que conquistei graças a esse espaço. Obrigada a todas (os) que se apresentam e para as (os) que não se apresentam também. Vocês estão aí, eu aqui. Contem comigo!


Visita à Mega, novas técnicas ficam para amanhã…

Olá, pessoal, boa noite…

Hoje eu tive mais um dia totalmente fora do normal. Ainda estou atrapalhada pós-correria-feira-férias. Sorry, não consegui responder e-mails, comentários, fazer fotos, nada… Só colocando o atraso em dia. E ainda falta coisa para organizar, vocês nem imaginam como falta…

Mas, e sempre é bom um mas, trago aqui uma pequena gravação que fiz durante a Mega, só para registrar… Divirtam-se um pouquinho com ela (eu espero) e aguardem novidades…

http://youtu.be/3XTQoJKxBJo